Ana Cristina Souto

Feitiço das mágoas
Aquele homem
Cujos pilares gregos
transitava meu caminho
e fitavam-me
os olhos
abrigo de luas,
se foi!
O bambual chorou,
palavras fraturaram almas.
Enegrecido o sol
dos pomares...
Meu senhor,
meio seio secou!
O rio da saudade
rio/ enchente/ fel
amargou a imagem dos narcisos.
Urdia o tempo
e nuvens,
vestígios do meu pranto rarefeito
prenunciavam cantos das trombetas.
Enfeitiçada pela dor;
estátua de ilusões
por onde tantos passavam,
os passarinhos se aninhavam às mãos.
Meu senhor,
em desassossego
entre sais, ventos e sóis
trago-te a mim,
aclamando
ao tomento meu
de morta viva.
Aquele homem
Cujos pilares gregos
transitava meu caminho
e fitavam-me
os olhos
abrigo de luas,
se foi!
O bambual chorou,
palavras fraturaram almas.
Enegrecido o sol
dos pomares...
Meu senhor,
meio seio secou!
O rio da saudade
rio/ enchente/ fel
amargou a imagem dos narcisos.
Urdia o tempo
e nuvens,
vestígios do meu pranto rarefeito
prenunciavam cantos das trombetas.
Enfeitiçada pela dor;
estátua de ilusões
por onde tantos passavam,
os passarinhos se aninhavam às mãos.
Meu senhor,
em desassossego
entre sais, ventos e sóis
trago-te a mim,
aclamando
ao tomento meu
de morta viva.
6 Comments:
Cris vamos já mandar telegrama para esse Hercules. Uma moça linda como vc não pode ficar triste.
Belíssimo poema!
Cristina não me diga que parou de poetar!
Vem trazer de volta suas palavras engastadas em pérolas...
OI "Ana",
Que bom... começo a conhecê-la!
Lindo poema!
Bj
Ana Cristina,
lindo poema. Gostei muito.
abraços
Minha Princesa,
Sempre deliciosa de se ler.
E no seu aniversário me atrevi a roubar um presente,poemas seus que apresentei no meu blog.
Só pra ter você mais perto.
Beijos Mágicos
olha, muito muito bom. depois volto mais.
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